
Quarto capítulo
"Não, não poderia ser ela. A diferença de luminosidade oferecia a certeza de que ela não o havia visto. Caminhando para longe da janela tentou, inutilmente, mais uma vez o telefone. Nada, ia deixar uma mensagem quando soou a batida na porta de carvalho do chalé. Marian estava irremediavelmente em perigo.
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Depois de lentamente tomar os drinques, ela sentiu que começava a relaxar. Uma agradável tontura tomou conta de sua cabeça, achou que já estava na hora de ir para o hotel. Olhou para o lado, sorriu para o jovem casal sentado, extremamente felizes e imediatamente se lembrou de Robert. Ele deveria estar ansioso por uma ligação. Chegou a pegar o celular, mas desistiu. O barulho de música e as conversas do local atrapalhariam.
Pediu a conta ao barman, que prontamente lhe entregou a nota. Levantou, pagou e foi saindo lentamente em direção à porta. Apesar de levemente tonta pela bebida, teve a sensação de estar sendo observada. Sentiu um leve estremecimento. Não, isto não era possível.
A corrida do táxi até o Mercure am Dom demorou apenas minutos. Durante o percurso, observava a cidade sentada no confortável assento do Mercedes que velozmente ia renovando a paisagem. Não gostava de Erfurt. Era uma cidade hostil, germânica demais para seus padrões. Enfim, seriam só três dias.
Cruzando o lobby iluminado, cumprimentou o recepcionista e perguntou se tinha algum recado. Obteve apenas uma negação resmungada. Ao entrar na suíte, ainda no escuro sentiu aquele perfume. Sim com certeza ele estava ali, contrariando todas as probabilidades, aquele perfume o delatava. Sentiu o sangue lhe fugir da face e o corpo novamente se contrair. Era medo, aquele homem lhe causava pânico..."
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Depois de lentamente tomar os drinques, ela sentiu que começava a relaxar. Uma agradável tontura tomou conta de sua cabeça, achou que já estava na hora de ir para o hotel. Olhou para o lado, sorriu para o jovem casal sentado, extremamente felizes e imediatamente se lembrou de Robert. Ele deveria estar ansioso por uma ligação. Chegou a pegar o celular, mas desistiu. O barulho de música e as conversas do local atrapalhariam.
Pediu a conta ao barman, que prontamente lhe entregou a nota. Levantou, pagou e foi saindo lentamente em direção à porta. Apesar de levemente tonta pela bebida, teve a sensação de estar sendo observada. Sentiu um leve estremecimento. Não, isto não era possível.
A corrida do táxi até o Mercure am Dom demorou apenas minutos. Durante o percurso, observava a cidade sentada no confortável assento do Mercedes que velozmente ia renovando a paisagem. Não gostava de Erfurt. Era uma cidade hostil, germânica demais para seus padrões. Enfim, seriam só três dias.
Cruzando o lobby iluminado, cumprimentou o recepcionista e perguntou se tinha algum recado. Obteve apenas uma negação resmungada. Ao entrar na suíte, ainda no escuro sentiu aquele perfume. Sim com certeza ele estava ali, contrariando todas as probabilidades, aquele perfume o delatava. Sentiu o sangue lhe fugir da face e o corpo novamente se contrair. Era medo, aquele homem lhe causava pânico..."
Agora a bola passa para o ParanoidJ. Sem comprometer a continuidade.