
E...
Ora vejam, uma invejosa no ar.
Melhor dizendo, uma invejosa fazendo propaganda de outra.
E as duas babando e fazendo alarde do motivo desta inveja toda.
Tudo isso por uma simples dona de casa que deu certo. Bem certo, diga-se de passagem. A quantidade de dinheiro que a marca Martha Stewart gera é indescritível. Sem contar todos os lances de marketing que incluem até uma mal esclarecida relação com a justiça americana.
Mas a mensagem primordial desta admiração é que uma boa parte das mulheres tem um fatalismo social, cultural, étnico, genético ou sei lá de onde, que as impede de se afastar da missão – ser dona de casa. Diferente do determinismo biológico da maternidade que é indispensável para a continuidade da raça humana, o de ser dona de casa é uma escolha. Pelo menos nos dia de hoje.
E pelo visto uma escolha muito apreciada pelas mulheres.
Que o diga a dona Martha.
PS – este texto faz parte da trilogia dominical sobre donas de casa acesse aqui e aqui os outros dois episódios.