
Apesar da formação, exerço o hábito da receita com muita parcimônia. Por opção, falta de clientela ou, mesmo porque, como não há certeza da obediência, nem em tempo, quantidade ou duração, contento-me com o exercício do conselho. Pelo menos este aceita o disfarce de desejo ou esperança.
Esperança que domina o final de cada ano. Esperanças altruístas que incluem, quase sempre, condições nas quais temos influência limitada. Para além dos votos holísticos e grandiosos de saúde, amor, felicidade e paz a minha receita inclui situação mais mundana, nem por isso menos apreciável ou prazerosa. Uma mistura de simplicidade com satisfação. Não é uma fórmula mágica. Muito menos uma solução. Se não for seguida não acarretará revides, retaliações ou represálias. Para alguns, o ano pode ser imensamente satisfatório na sua ausência. Por isso não é condição necessária. É até dispensável.
Mas quem assumir este compromisso terá a sensação de que o ano será bom por merecimento, não apenas por circunstância. Semelhante a um pacto nupcial, a promessa em seguir a receita garante que ninguém acabará 2009 com as mãos abanando. Garantia de satisfação ou o seu ano de volta.
A receita é muito singela: compartilhe bom-humor. Não guarde apenas para si. Distribua, doe, partilhe, alugue, venda, faça leasing, aplique, plante e colha bom-humor. Não no sentido de galhofar o ano inteiro. Humor compatível com a conjuntura de todos os momentos. Bom-humor na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Isso mesmo, case com o bom-humor. Todos os dias. O ano inteiro.
E quem não se achar capaz de ou interpretar que não tem bom-humor para oferecer, que busque um compartilhamento invertido – aproxime-se, envolva-se, apodere-se, usufrua do bom-humor daqueles conhecidos bem-humorados. Sem a preocupação de extinguir as reservas do alheio. Este componente é inesgotável. O bom-humor é um poço sem fundo. Sempre há mais de onde brota o tesouro. Como uma reação em cadeia, bom-humor gera bom-humor. E assim por diante.
Alguma dúvida que dará certo?
Experimente e me mande a conta.
Em bom-humor.
Esperança que domina o final de cada ano. Esperanças altruístas que incluem, quase sempre, condições nas quais temos influência limitada. Para além dos votos holísticos e grandiosos de saúde, amor, felicidade e paz a minha receita inclui situação mais mundana, nem por isso menos apreciável ou prazerosa. Uma mistura de simplicidade com satisfação. Não é uma fórmula mágica. Muito menos uma solução. Se não for seguida não acarretará revides, retaliações ou represálias. Para alguns, o ano pode ser imensamente satisfatório na sua ausência. Por isso não é condição necessária. É até dispensável.
Mas quem assumir este compromisso terá a sensação de que o ano será bom por merecimento, não apenas por circunstância. Semelhante a um pacto nupcial, a promessa em seguir a receita garante que ninguém acabará 2009 com as mãos abanando. Garantia de satisfação ou o seu ano de volta.
A receita é muito singela: compartilhe bom-humor. Não guarde apenas para si. Distribua, doe, partilhe, alugue, venda, faça leasing, aplique, plante e colha bom-humor. Não no sentido de galhofar o ano inteiro. Humor compatível com a conjuntura de todos os momentos. Bom-humor na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Isso mesmo, case com o bom-humor. Todos os dias. O ano inteiro.
E quem não se achar capaz de ou interpretar que não tem bom-humor para oferecer, que busque um compartilhamento invertido – aproxime-se, envolva-se, apodere-se, usufrua do bom-humor daqueles conhecidos bem-humorados. Sem a preocupação de extinguir as reservas do alheio. Este componente é inesgotável. O bom-humor é um poço sem fundo. Sempre há mais de onde brota o tesouro. Como uma reação em cadeia, bom-humor gera bom-humor. E assim por diante.
Alguma dúvida que dará certo?
Experimente e me mande a conta.
Em bom-humor.